Sexta-Feira, 21 de Novembro de 2008

 


   


 

Rodovia Interpraias

A Interpraias, como é conhecida, teve sua origem quando o atual prefeito Leonel Pavan era deputado federal e idealizou esta grandiosa obra para Balneário Camboriú. O projeto prevê 16,5 quilômetros de rodovia que já interligam o bairro da Barra às praias agrestes de Laranjeiras, Taquaras, Taquarinhas, Pinho, Estaleiro e Estaleirinho.

Após um processo de total dedicação, juntamente com o Fórum Parlamentar Catarinense, foi conquistada a maior verba já liberada a um município - R$ 8,4 milhões. O restante do investimento corresponde à contrapartida da Prefeitura: R$ 6,1 milhões. O contrato foi assinado com a Caixa Econômica Federal, dia 29 de dezembro de 1997. A AWA Construções e Montagens Ltda, de Goiás, empresa vencedora da licitação, inicialmente tinha um prazo de 18 meses para entregar a obra. A Construtora Globo Ltda., de Blumenau, foi contratada pela AWA para executar a obra.

O programa de melhorias da infra-estrutura prevê uma pista de 10,5 metros de largura, asfaltamento, drenagem, acostamento, ciclovia, sinalização turística, postos de informações, mirantes, tudo totalmente iluminado e urbanizado. As obras da Interpraias primam pela responsabilidade. Todo o trabalho é gerenciado pela Companhia de Desenvolvimento Urbano de Balneário Camboriú (Compur) e acompanhado, de perto, pelo prefeito Leonel Pavan.

Além de ser um marco para o desenvolvimento do município, da região e do Estado, a obra tem um cunho social muito forte: gera empregos imediatos - cerca de 400 homens estão atuando nas frentes de trabalho com mão-de-obra essencialmente local - e, após concluída, vai seguir empregando muitos trabalhadores, devido ao desenvolvimento da indústria do turismo.

A Via de Integração Social considerada uma das principais obras para o desenvolvimento turístico do litoral norte do Estado, obteve aprovação da Fundação Nacional do Meio Ambiente (Fatma) através do Relatório de Impacto Ambiental (Rima). O Rima foi elaborado pela empresa de Consultoria e Assessoria Ambiental (Ambinat) que juntamente com a Compur prevê ordenar o desenvolvimento ecológico, preservar a região do crescimento desordenado, poluição e, também, mudanças climáticas.

Através dos estudos do Rima, a Administração Municipal procurou evitar que as obras que transformarão a região num pólo turístico resultassem em prejuízos à natureza e à comunidade. O Plano Diretor permite, no local, construções de no máximo dois andares, para preservar a área do crescimento desordenado. Trabalhos vêm sendo desenvolvidos para adaptar a região ao esperado aumento do fluxo turístico. Os estudos prevêem também, preservar a balneabilidade da água, garantindo o tratamento adequado à rede de esgotos.

 

 
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