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Rodovia
Interpraias
A Interpraias,
como é conhecida, teve sua origem quando o atual
prefeito Leonel Pavan era deputado federal e idealizou
esta grandiosa obra para Balneário Camboriú.
O projeto prevê 16,5 quilômetros de rodovia
que já interligam o bairro da Barra às
praias agrestes de Laranjeiras, Taquaras, Taquarinhas,
Pinho, Estaleiro e Estaleirinho.
Após um processo de total dedicação,
juntamente com o Fórum Parlamentar Catarinense,
foi conquistada a maior verba já liberada a um
município - R$ 8,4 milhões. O restante
do investimento corresponde à contrapartida da
Prefeitura: R$ 6,1 milhões. O contrato foi assinado
com a Caixa Econômica Federal, dia 29 de dezembro
de 1997. A AWA Construções e Montagens
Ltda, de Goiás, empresa vencedora da licitação,
inicialmente tinha um prazo de 18 meses para entregar
a obra. A Construtora Globo Ltda., de Blumenau, foi
contratada pela AWA para executar a obra.
O programa de melhorias da infra-estrutura prevê
uma pista de 10,5 metros de largura, asfaltamento, drenagem,
acostamento, ciclovia, sinalização turística,
postos de informações, mirantes, tudo
totalmente iluminado e urbanizado. As obras da Interpraias
primam pela responsabilidade. Todo o trabalho é
gerenciado pela Companhia de Desenvolvimento Urbano
de Balneário Camboriú (Compur) e acompanhado,
de perto, pelo prefeito Leonel Pavan.
Além de ser um marco para o desenvolvimento do
município, da região e do Estado, a obra
tem um cunho social muito forte: gera empregos imediatos
- cerca de 400 homens estão atuando nas frentes
de trabalho com mão-de-obra essencialmente local
- e, após concluída, vai seguir empregando
muitos trabalhadores, devido ao desenvolvimento da indústria
do turismo.
A Via de Integração Social considerada
uma das principais obras para o desenvolvimento turístico
do litoral norte do Estado, obteve aprovação
da Fundação Nacional do Meio Ambiente
(Fatma) através do Relatório de Impacto
Ambiental (Rima). O Rima foi elaborado pela empresa
de Consultoria e Assessoria Ambiental (Ambinat) que
juntamente com a Compur prevê ordenar o desenvolvimento
ecológico, preservar a região do crescimento
desordenado, poluição e, também,
mudanças climáticas.
Através dos estudos do Rima, a Administração
Municipal procurou evitar que as obras que transformarão
a região num pólo turístico resultassem
em prejuízos à natureza e à comunidade.
O Plano Diretor permite, no local, construções
de no máximo dois andares, para preservar a área
do crescimento desordenado. Trabalhos vêm sendo
desenvolvidos para adaptar a região ao esperado
aumento do fluxo turístico. Os estudos prevêem
também, preservar a balneabilidade da água,
garantindo o tratamento adequado à rede de esgotos.
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